segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Por que "o mundo está perdido"? (Marxismo Cultural Parte III - Final)

Todo mundo já ouviu pessoas mais velhas afirmarem que "antigamente tudo era melhor", e que "hoje o mundo tá perdido". São as mesmas que viviam em ditaduras militares e passavam a vida sem as indispensáveis facilidades tecnológicas do mundo moderno. Como isso pode acontecer? 

Colocando de lado certa dose de saudosismo pessoal, nossos anciãos têm certa dose de razão ao afirmarem que "hoje o mundo tá perdido". Graças às influências diretas do marxismo cultural, o imediatismo, o prazer irresponsável, e a deturpação das fronteiras entre o certo e o errado parecem ser entidades supremas que governam a sociedade atual. No mundo atual, o relativismo moral e a flexibilização dos sensos de justiça e de honra parecem erguer um império de desordem e tumulto.

domingo, 15 de setembro de 2013

A destruição da família como meio para revolução (Marxismo Cultural Parte II)

A destruição do modelo de família tradicional é o primeiro passo para instalar a desordem social que servirá de base para a revolução. E isso está acontecendo à todo o vapor. Ou ainda: saiba por que "defesa da família" não é somente um "discurso moralista", mas sim faz parte de um raciocínio lógico-elementar.

Marx, no Manifesto Comunista, compreende interações sociais como um computador leria um código binário: algo puramente racional, objetificado. Para este a família é uma instituição que deve ser abolida, pois é baseada somente no capital, no ganho individual. Assim, homens explorariam mulheres, pais explorariam crianças, e todos viveriam em clima de guerra. Tais ideias foram endossadas por Gramsci, que não pestanejou em acrescentar mais bobagem ao caldo, igualmente propondo a destruição da "família burguesa". Para estes esquerdistas não existe amor. Será que nasceram de uma máquina chocadeira?

domingo, 8 de setembro de 2013

Por que o comunismo não morreu e está mais forte do que nunca (Marxismo Cultural Parte I)

Enquanto você acha que o comunismo acabou, um complexo esquema de engenharia social está trabalhando sorrateiramente em prol da "revolução". Há décadas que esquerdistas estão mudando nossas mentes e definitivamente dominando a cultura ocidental. E o pior: você nem percebe isso.

Com uma voz serena e confiante, Padre Paulo Ricardo é o tipo de pessoa que consegue irradiar seu vasto conhecimento para além do restrito círculo da Igreja Católica. Grande conhecedor de política e filosofia, ministrou um excelente curso sobre marxismo cultural, que pode ser facilmente assistido, escutado, ou baixado em seu site oficial. O Padre prova, pela lógica dos fatos, que o comunismo não acabou, e que, muito pelo contrário, está cada vez mais forte. Me lembro assim, de algum momento longínquo de minha tediosa vida escolar, no qual o professor de história nos enganou. Nota zero para ele. Vamos aos fatos.

domingo, 1 de setembro de 2013

Todos somos diferentes: todos somos minorias

O ser humano é uma espécie com caracteres tão diversos, mas tão diversos, que qualquer um dos sete bilhões de terráqueos poderia pertencer à alguma minoria e reivindicar direitos exclusivos. Aqui nas terras tupiniquins, mulheres, negros e homossexuais somados são maioria da população. Haja progressismo...

Segundo o dicionário, igualdade significa simplesmente qualidade de igual. O mais óbvio a se pensar é que entre gênero, orientação sexual, raça e etnia todos deveriam ser tratados da mesma maneira perante à lei. Mas não para a esquerda progressista. Para os utilizadores de camisetas do Che Guevara a sociedade é dividida em grupos - eles tiveram professores marxistas na escolinha, a ponto de negros, mulheres feministas, homossexuais, indígenas, cicloativistas, e carpinteiros de Cafundolândia do Norte merecerem tratamento diferenciado. Não importa quem somos, sempre iremos pertencer à alguma minoria discriminada. Simples assim.