segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

13 razões para NÃO votar no PT (Parte IV/IV - Final)

Nesta última parte da série, você vai entender como o partido que gosta mais de narcotraficantes do que de fetos está afundando a economia do Brasil. Olha a inflação aí gente!

sábado, 21 de dezembro de 2013

13 razões para NÃO votar no PT (Parte III/IV)

Enquanto você lê a terceira parte desta série, o PT está aplicando fielmente a cartilha gramsciana no Brasil, dando privilégios à milícias histéricas do pensamento e enterrando de vez os conceitos de igualdade no nosso país.

domingo, 15 de dezembro de 2013

13 razões para NÃO votar no PT (Parte II/IV)

Segunda parte da série que está derrubando as máscaras nefastas do PT. Continue aprendendo porque digitar "13" nas urnas eletrônicas é assinar um suicídio político para o Brasil.

domingo, 8 de dezembro de 2013

13 razões para NÃO votar no PT (Parte I/IV)

Em comemoração à prisão dos mensaleiros, o Diário fez uma extensa pesquisa e elaborou uma lista explicativa com 13 consistentes razões para NÃO votar no PT. Dissecamos os 10 anos de lulo-petismo no Brasil e desmascaramos as reais intenções do partido. Está preparado?

13 razões para NÃO votar no PT [Parte I Parte II - Parte III - Parte IV]

Quem viveu nos anos 80 jamais imaginaria que um barbudo revolucionário chegaria ao poder. No auge da fita cassete, votar no Lula era quase como um voto de protesto, algo como Tiririca e Mulher Melancia. Entretanto, ao chegar ao poder em 2003, o ex-metalúrgico consolidou de vez o Partido dos Trabalhadores (PT) no trono supremo do executivo, e abriu portas à saga revolucionária que iria descarrilhar o Brasil nos próximos anos.

sábado, 30 de novembro de 2013

Como sobreviver neste mundo de lixo (A real sobre a vida - Pt II - Final)

O mundo está longe de ser um Parque da Mônica: vivemos em um ambiente selvagem e hostil, no qual os fracos são sumariamente marginalizados. Saiba como sobreviver neste lixo gigante chamado Planeta Terra.

Na primeira parte desta série, você provavelmente deve ter se convencido de que sua vida não tem nada de especial, e que a sociedade recompensa os úteis e marginaliza os inúteis. E não é por culpa do capitalismo! Esta relação vale tanto para o mercado de trabalho quanto para todos os aspectos de sua vida, como estudos, amizades, e relacionamentos. Mas Diário, se eu sou um inútil, o que fazer?

domingo, 24 de novembro de 2013

Você não é especial (A real sobre a vida - Pt I)

Ei! Você mesmo que está lendo este blog: aposto que não se considera normal. Acredita que seus gostos e preferências tornam-lhe um ser humano envolto em uma aura invisível de superioridade. Sente-se injustiçado: apesar de grande esforço, tem uma vida de lixo. Por que justo com você?

Você acredita que sua personalidade e seus gostos pessoais imprimem-lhe uma identidade única. E sendo esforçado, deveria ser merecedor de todo o sucesso mundano. Sente-se injustiçado por não ter o emprego dos sonhos, por não ganhar mais. Sente-se injustiçado por não ter um relacionamento perfeito, como nos filmes, ou por viver na solidão. Sente-se injustiçado por não ter uma família perfeita, digna de um comercial de margarina. Sente-se injustiçado por não ter o corpo que gostaria, sem gorduras ou com músculos proeminentes. Sente-se injustiçado por não ser popular e por não ter amigos o suficiente. Enfim, sente-se injustiçado por não ter a vida que gostaria. Passa-lhe a sensação de que enquanto todos estão se dando bem, você está na merda. Parabéns! Você é igual à todos os outros!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Ecologistas: Que tal voltarmos à caçar mamutes?

Apesar da sustentabilidade ser a palavra do século XXI, o ar de bom-mocismo termina quando precisamos de alimentos, energia e minério. Ser contra usinas é fácil quando se tem energia na tomada para carregar iPhones à vontade. Galerinha verde, que tal se pensássemos em soluções viáveis?

Estou sem energia no interior do Brasil, escrevendo esta postagem com um resto de bateria que ainda resta no notebook, ao som dos coaxar dos sapos noturnos. Temporariamente ausente dos mimos tecnológicos modernos, logo posso devanear e imaginar a vida contemporânea sem os tentáculos da modernidade, como almejam os ecologistas. Como seria a vida sem celulares? Ou pior, sem remédios? Sem infraestrutura de transportes? Sem mineração? Sem veículos? Sem os milhares de hectares da agroindústria?

domingo, 10 de novembro de 2013

Camaradas, estamos no Facebook!

Caros companheiros e companheiras da causa operária! Finalmente o Diário de um Ex Comunista possui uma página oficial no Facebook!

Estes fascistas que nos aguardem! Estamos fazendo uma verdadeira revolução nas redes sociais, extirpando os porcos-capitalistas opressores e destruindo a moral burguesa! Graças à tecnologia facebooquiana, agora podemos lutar contra a propriedade privada e a opressão patriarcal com todo o clamor popular-internético disponível! Leitor, curta nossa página agora! Ou será enviado para um campo de trabalho forçado! 


Agora você poderá ler todas as postagens sem tirar essa bunda reacionária do sofá! Atualizaremos todas as novidades no Facebook, respeitando os direitos humanos e o estado laico pelo direito de decidir! Não seja um reaça yankee! Curta nossa página imediatamente! Seu fascista!

Não é só por 20 centavos, é por uma página de Facebook!
Viva la internet! Viva la revolución! 

Algumas verdades sobre Mais Médicos e medicina cubana

Quais são os reais objetivos do Programa Mais Médicos? Aliás, por que ele se tornou necessário? Importar médicos cubanos? Mas por que cubanos? Ora, a medicina castrista nem é tão boa assim...

Segundo dados do próprio Ministério da Saúde, faltam médicos no Brasil. O país tem apenas 1,8 médico por mil habitantes, número bem inferior aos nossos hermanos argentinos (3,2) e uruguaios (3,7). Tudo bem, disso todos desconfiávamos: faltam médicos e ponto final. E assim, minha concordância com Dilma Rousseff termina por aqui. Mas antes de falarmos dos cubanos, vamos botar os neurônios para funcionar: primeiramente, por que faltam médicos?

sábado, 2 de novembro de 2013

Existe algo mais racista do que cotas?

A arbitrária política de cotas raciais é a maior expressão do racismo contemporâneo. Para o governo seres humanos deixam de ser indivíduos e tornam-se "pessoas de cor X". Onde deveria existir liberdade e igualdade, criam-se grupos de conflito. Existe algo mais racista do que cotas?

Nesta última semana uma decisão arbitrária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados reacendeu o polêmico debate sobre as cotas raciais no Brasil. Pela proposta do deputado petralhista Luiz Alberto (BA), o Congresso terá cotas para negros, tal como ocorre nas universidades. Segundo o Estadão, "a cota valerá para a Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas e Câmara Legislativa do Distrito Federal por cinco legislaturas a partir da promulgação da emenda, prorrogáveis por até mais cinco legislaturas".

domingo, 27 de outubro de 2013

Beagles & Black Blocs - Quando a expressão vira terror

Protestar é um direito inalienável em uma democracia livre, mas sair quebrando tudo é coisa de vagabundo criado à leite com pera. No Brasil, "protesto" vira "guerra civil" e no final acaba tudo em pizza. Os beagles são dóceis, mas a polícia é dócil demais...

Beber café e ler o blog do Reinaldo Azevedo são duas coisas que faço todas as manhãs. O brilhante jornalista, que é uma das poucas pessoas que ainda pensam no Brasil, vem acompanhando as manifestações populares desde a sua origem, em Julho deste ano, dos Black Blocs aos Beagles. Seu último texto, escrito hoje às 6:30 da manhã - e, portanto, antes do meu café, tem o seguinte título: "95% repudiam black blocs; aprovação a protestos despenca; os mais pobres são os que menos gostam da bagunça". Auto explicativo, não é?

sábado, 19 de outubro de 2013

Coitadinho do bandido!

A mentalidade esquerdista é incapaz de conceber a ideia de que pessoas são responsáveis pelos seus atos e que seres humanos são mais inteligentes que baratas. Para justificar o mau caratismo de bandidos-vagabundos e abrandar as suas ações, a esquerda bota a culpa no capitalismo. Muito fácil, não?

Você está com a sua família em casa, descansando tranquilamente. Repentinamente, homens armados invadem sua residência e levam seus bens, adquiridos com muito suor e esforço. Não contentes com o roubo, ainda assassinam seus pais e estupram a sua filha. Destroem quaisquer resquícios de felicidade.

Você clamará por justiça. Desejará que ao menos os infratores sejam presos e punidos pelas suas atrocidades. Entretanto, no outro dia estarão à solta nas ruas, matando, roubando e fazendo festas regradas

domingo, 13 de outubro de 2013

Diferenças entre empresas públicas e privadas: Cuido do que é meu.

Uma empresa privada, movida por lucro e resultados, tem como objetivo ofertar produtos e serviços bons e baratos para a maior quantidade de pessoas possível. Já uma empresa pública, comandada "com dinheiro dos outros" - leia-se, dinheiro público, gasta irresponsavelmente e é ineficiente.

Passeando na livraria, um tijolaço amarelo me chamou atenção, na qual liam-se em letras garrafais: "Privatize Já". Não pude resistir, comprei pelo título e pelo autor, o brilhante economista Rodrigo Constantino, ferrenho defensor das idéias liberais. Os 39 reais valeram cada centavo e descobri o que já desconfiava: quanto mais empresas privadas melhor. Frase digna de uma lata de coca zero.

domingo, 6 de outubro de 2013

A falácia da desigualdade social

Ser contra a desigualdade social é dizer que os poucos ricos têm muito e os muitos pobres têm pouco. É uma frase carregada de falácias, bonitinha mas ordinária. Na verdade, o que define a miserabilidade do pobre é a sua condição absoluta de escassez, e não a comparação relativa com a grama do vizinho.

Não sabe o que falar em uma rodinha de amiguinhos universitários? Critique a desigualdade social e diga que o problema do nosso país é a (má) distribuição de renda. Isso funcionará bem em 105% dos casos. Porém, se você dispuser de uma barbinha e um óculos de armação grossa, isso funcionará bem em 120% dos casos. Uau! Bancou o inteligente!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Por que "o mundo está perdido"? (Marxismo Cultural Parte III - Final)

Todo mundo já ouviu pessoas mais velhas afirmarem que "antigamente tudo era melhor", e que "hoje o mundo tá perdido". São as mesmas que viviam em ditaduras militares e passavam a vida sem as indispensáveis facilidades tecnológicas do mundo moderno. Como isso pode acontecer? 

Colocando de lado certa dose de saudosismo pessoal, nossos anciãos têm certa dose de razão ao afirmarem que "hoje o mundo tá perdido". Graças às influências diretas do marxismo cultural, o imediatismo, o prazer irresponsável, e a deturpação das fronteiras entre o certo e o errado parecem ser entidades supremas que governam a sociedade atual. No mundo atual, o relativismo moral e a flexibilização dos sensos de justiça e de honra parecem erguer um império de desordem e tumulto.

domingo, 15 de setembro de 2013

A destruição da família como meio para revolução (Marxismo Cultural Parte II)

A destruição do modelo de família tradicional é o primeiro passo para instalar a desordem social que servirá de base para a revolução. E isso está acontecendo à todo o vapor. Ou ainda: saiba por que "defesa da família" não é somente um "discurso moralista", mas sim faz parte de um raciocínio lógico-elementar.

Marx, no Manifesto Comunista, compreende interações sociais como um computador leria um código binário: algo puramente racional, objetificado. Para este a família é uma instituição que deve ser abolida, pois é baseada somente no capital, no ganho individual. Assim, homens explorariam mulheres, pais explorariam crianças, e todos viveriam em clima de guerra. Tais ideias foram endossadas por Gramsci, que não pestanejou em acrescentar mais bobagem ao caldo, igualmente propondo a destruição da "família burguesa". Para estes esquerdistas não existe amor. Será que nasceram de uma máquina chocadeira?

domingo, 8 de setembro de 2013

Por que o comunismo não morreu e está mais forte do que nunca (Marxismo Cultural Parte I)

Enquanto você acha que o comunismo acabou, um complexo esquema de engenharia social está trabalhando sorrateiramente em prol da "revolução". Há décadas que esquerdistas estão mudando nossas mentes e definitivamente dominando a cultura ocidental. E o pior: você nem percebe isso.

Com uma voz serena e confiante, Padre Paulo Ricardo é o tipo de pessoa que consegue irradiar seu vasto conhecimento para além do restrito círculo da Igreja Católica. Grande conhecedor de política e filosofia, ministrou um excelente curso sobre marxismo cultural, que pode ser facilmente assistido, escutado, ou baixado em seu site oficial. O Padre prova, pela lógica dos fatos, que o comunismo não acabou, e que, muito pelo contrário, está cada vez mais forte. Me lembro assim, de algum momento longínquo de minha tediosa vida escolar, no qual o professor de história nos enganou. Nota zero para ele. Vamos aos fatos.

domingo, 1 de setembro de 2013

Todos somos diferentes: todos somos minorias

O ser humano é uma espécie com caracteres tão diversos, mas tão diversos, que qualquer um dos sete bilhões de terráqueos poderia pertencer à alguma minoria e reivindicar direitos exclusivos. Aqui nas terras tupiniquins, mulheres, negros e homossexuais somados são maioria da população. Haja progressismo...

Segundo o dicionário, igualdade significa simplesmente qualidade de igual. O mais óbvio a se pensar é que entre gênero, orientação sexual, raça e etnia todos deveriam ser tratados da mesma maneira perante à lei. Mas não para a esquerda progressista. Para os utilizadores de camisetas do Che Guevara a sociedade é dividida em grupos - eles tiveram professores marxistas na escolinha, a ponto de negros, mulheres feministas, homossexuais, indígenas, cicloativistas, e carpinteiros de Cafundolândia do Norte merecerem tratamento diferenciado. Não importa quem somos, sempre iremos pertencer à alguma minoria discriminada. Simples assim.

domingo, 25 de agosto de 2013

1.000 visitas: Muito mais do que minhas reclamações esquerdistas alcançaram anteriormente

O Diário de um Ex-Comunista já conquistou 1.000 visitas! Um alcance muito maior do que as idéias esquerdistas que costumava vomitar na faculdade. Cada um tem seu tempo, mas que a verdade permeie todos os rincões do Brasil!

O ano era 2009. Os livros eram minha única companhia naquela biblioteca claustrofóbica porém aconchegante. Naquela época, tardes de verão costumavam ser preenchidas com horas de estudos esquerdistas para a conclusão de meu TCC. Enclausurado no mau caminho, jamais imaginaria que mil (1.000!) pessoas iriam ter acesso às minhas reclamaçõeszinhas de menino mimado de esquerda. No final, todos os meus antigos escritos acabaram - graças à Deus, servindo de peso de porta, ou simplesmente ocupando espaço no meu HD.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Capitalismo sem frescura. Sem falácias ideológicas. Que tal?

Leitor, entenda o capitalismo de uma vez por todas, sem rótulos ideológicos e falácias, através do pequeno porém grandioso livro "As Seis Lições" do brilhante economista Ludwig Von Mises.

"Como se uma janela tivesse sido aberta e o ar fresco tivesse podido circular pelas salas". É exatamente assim que a esposa de Ludwig Von Mises descreve a reação da platéia argentina ao ouvir as palavras chocantes e reveladoras de seu marido, em 1958. Através de seis valiosas palestras, transcritas no livro As Seis Lições, o economista explica de maneira clara e direta seis grandes temas da economia: capitalismo; socialismo; intervencionismo; inflação; investimento externo e política. Hoje vamos falar de capitalismo. Sem ranços ideológicos, que tal?

sábado, 10 de agosto de 2013

Por que o estado é corrupto?

Ao contrário de uma empresa privada em que pessoas respeitam regras por medo da rua, o estado é um habitat perfeito para corrupção, pois seus elementos constituintes - políticos e funcionários públicos, gozam de um super status de invencibilidade, como Deuses Pagãos da Malandragem.

Certa vez ao andar no meio da mata, encontrei uma jararaca aos meus pés. Imediatamente disse espantado ao meu colega: "Olha cara! Uma cobra!" Eis que recebo a resposta: "Seria estranho se você encontrasse uma cerveja gelada aí! Cobra tá cheio nesse mato!" Ora, se aquele local era altamente propício para encontrar um animal daquele tipo, por qual motivo me surpreendi? Não nos damos conta, mas atitude semelhante ocorre quando falamos sobre corrupção. Explico.

sábado, 3 de agosto de 2013

Veja para onde despachar colegas comunistas. Ou: Veja como é a maravilhosa vida nos países vermelhos.

Que tal despachar seus colegas comunistas para Cuba, Coréia do Norte ou China? Visando esclarecê-lo quando esta possibilidade, o Diário de um Ex Comunista fez um guia de como a vida nestes países é confortável e agradável, como nos comerciais de margarina...

CHINA

A China é um imenso poço de contradições. Ótimo lugar para enviar um comunista "dialético". De um lado, o estado totalitário e centralizador, guiado pelas austeras rédeas do Partido Comunista - que diga-se de passagem, é o único do país e o governa desde 1949. Do lado oposto à esquerdice,

sábado, 27 de julho de 2013

O que os comunistas esquecem: O ser humano é mau

O maior problema da sociedade não é a organização econômica, mas sim o seu próprio elemento constituinte: o ser humano. Sendo este mau por natureza, é impossível uma sociedade atingir a perfeição. 

Um dos maiores males que a mentalidade revolucionária pode proporcionar é, por incrível que pareça, a crença na bondade humana. É muito fácil botar a culpa em bodes expiatórios - ou melhor, rebanhos expiatórios e esconder a verdadeira faceta dos problemas mundanos atuais. Afinal, as mazelas da sociedade podem a grosso modo, se resumir a uma única frase: o ser humano é inerentemente mau, ou pelo menos, o possui em carga elevada. Como diria João Pereira Coutinho: "Sou um cético. Entendo os apelos da perfeição, mas como alguém diria, sei que estes apelos são piores do que um crime - são um erro".

Burguesia e Proletariado: O vilão e o mocinho que não existem

Os velhos conceitos de Marx já não servem para explicar a complexidade do mundo atual. Classificar sete bilhões de indivíduos incrivelmente diferentes em simplesmente 'burguesia' e 'proletariado' é como dividi-los entre Lobo Mau e Chapeuzinho Vermelho, ou Tom e Jerry.

Para Marx "A sociedade divide-se cada vez mais em dois vastos campos opostos, em duas grandes classes diametralmente opostas: a burguesia e o proletariado"*. Assim, a burguesia seria a classe opressora que detêm os meios de produção, enquanto o proletariado seria a classe oprimida, ou seja, a classe trabalhadora que não detêm os meios de produção. A vil burguesia, concentrando toda a riqueza para si sem trabalhar, como um irmão que rouba doces da irmã, seria a causa de toda a pobreza e a desigualdade social. Já o proletariado, que realmente botaria a mão na massa e sustentaria os burgueses vagabundos, seria a classe oprimida, pois trabalharia não para si, mas para o burguês.

Universidade e panfletagem política: Uma simbiose perigosa

Veja como as universidades estão sendo destruídas pela panfletagem política: ou como as ciências humanas, tão importantes para o progresso intelectual de uma nação, estão sendo corroídas pelas milícias do pensamento esquerdista. 

Naqueles tempos de calouro, o ambiente universitário era um imenso mundo de novidades para mim. Para eu, um garoto fodido e cheio de espinhas que estudava em uma escola pública rural, a universidade exalava conhecimento pelos ares, e seus professores, doutores, eram a nata inquestionável do saber científico.

Da ilusão à realidade: Por que deixei de ser um comunista imbecil

Como deixei de ser um moleque esquerdista que escrevia vigarices intelectuais e passei a entender melhor o mundo, como todo comunista deveria fazer. Afinal, a verdade tarda mas não falha: existem lotes e lotes de ex-esquerdistas, mas não conheço nenhum ex-direitista. Por que será né?

Na minha juventude, por entre os livros do Marx e as camisetas do Che Guevara, reinavam os mais excêntricos sentimentos revolucionários. Eu vivia  uma espécie de puberdade intelectual, em que os hormônios acalorados pelo furor anti-capitalista silenciavam a verdade que relutava em aparecer no meu cérebro em formação. Sim, eu era um esquerdista. E sim, daqueles bem inconvenientes.